Ontem estivemos, minha irmã Tere e eu, na Estação Cultural, para o lançamento do livro do Zé Mortadela - José Carlos Duarte Pereira, "As Orelhas do Papel - Versos e Reflexões".
Estou ansiosa para ler o livro - já posso imaginar ler nos versos a delicadeza com que Zé Carlos trata dos sentimentos, sua elegância nas palavras e ao mesmo tempo a espontaneidade que é toda sua.
De quebra, tivemos um retorno a alguns momentos do passado na apresentação da antiga Rádio 9 de Julho. Dominique, nique, nique....
A presença de Da. Maria do Carmo, professora de Português do Emilio Romi, dos nossos tempos, foi um momento de grande significado prá muita gente, eu inclusive. Da. Maria do Carmo foi uma influência de peso para o Zé Carlos, como ele nos explicou, assim como Ema, sua irmã, também excelente professora de Português,
Tive três grandes professoras de Português: ela, a Darci Matarazzo e a Geni Novaes. Se os meus escritos forem de má qualidade, peço-lhes, a vocês que me lêem, que entendam que a culpa é toda minha - as três fizeram o seu melhor, cada uma a seu tempo...
O Zé cantou, brincou, recebeu convidados. Dividiu a cena com o Giovanni Bonfim e com o pessoal da seresta.
Bastante gente conhecida, de idades diversas, todos empenhados em conhecer e valorizar o trabalho e o talento da gente nossa: entre eles, o Giovanni, que desde menino já vem percorrendo o caminho da arte; Roseli e Marcos, amigos de tempos mais recentes, também mostram suas vozes no Coral Municipal.
Não saí de lá sem a dedicatória do escritor, escrita na orelha de papel...
Zé Carlos e, claro, o sanduíche de mortadela |
Valdira, Teresa, Armando, Daniel, Tere, Maria do Carmo e Airton. |
Fotos: Bete Padoveze, Valdira Kreft e Rodolfo Martins.